BOATE “ANIMADA” DEMAIS: QUANDO O CARDÁPIO VAI ALÉM DAS BEBIDAS .
Na pacata madrugada de domingo (22), enquanto muita gente ainda discutia se pedia um lanche ou ia dormir, uma boate na área rural de Itapejara D’Oeste resolveu inovar no conceito de entretenimento.
A casa, ao que tudo indica, não oferecia apenas música e diversão. Parece que o “estoque” era bem variado… e não estamos falando de bebidas.
Durante uma visitinha nada VIP das equipes policiais — aquelas que não entram na lista de convidados — o proprietário demonstrou um certo nervosismo. E não era exatamente por causa da música alta. Em um movimento digno de atleta olímpico, tentou dar fim em um objeto suspeito. Spoiler: não deu certo.
Logo ali no chão, a “encomenda” apareceu: várias porções de uma substância nada culinária. E como toda boa história tem um plot twist, a coisa não parou por aí.
Em uma busca mais caprichada, os policiais resolveram investigar até o imóvel do melhor amigo do homem — sim, a casinha do cachorro. E não é que o pet, inocente, estava “guardando” mais uma quantidade considerável? Um verdadeiro cofre rural improvisado.
Somando tudo, o “estoque alternativo” chegou perto de meio quilo. Nada mal para quem, teoricamente, só queria manter uma boate funcionando.
Diante do cenário, o dono da festa resolveu não prolongar o suspense e assumiu a bronca. Disse que o material era dele e que o comércio acontecia ali mesmo, entre uma música e outra.
Enquanto isso, outros presentes na festa passaram pelo famoso “confere aí” e, ao que consta, estavam apenas curtindo — sem participação no “negócio paralelo”.
Resultado: fim da balada para o proprietário, que ganhou uma viagem sem volta para os procedimentos legais. Já o estabelecimento… bom, esse certamente vai precisar repensar o tipo de atração que anda oferecendo.
Fica a lição: tem lugar que promete noite inesquecível… e realmente entrega — só que não do jeito que o cliente espera.



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